quarta-feira, 20 de maio de 2015

A Hipocrisia humana de alguns em Ipu é pior que um animal peçonhento

Hoje denotamos aqui em nossa página Opinião Interativa, um assunto que continua ganhando foco e vez, "A Hipocrisia Humana de Alguns em Ipu", esse assunto até poderia está esgotado nos meus rabiscos, mais infelizmente é tão vasto que daria várias coleções de enciclopédias. Em Ipu, não custa nada lembrarmos que esse contexto é tão sórdido, tão fingindo e dissimulado que vai além da fronteira do horizonte, a mentira, uma virtude negativa de alguns que nunca e jamais atingirá, o bem, até quando esse mau só irá persistir, enquanto a verdade não chegar.
É muito bom sentir na sociedade ipuense a magnitude do bem estar de alguns, e crermos que ainda existe uma saída, e pesarmos que até quando vemos o impostor cair na vala rasa da mediocridade humana ao ser pilhado nos quatro cantos de nossa terra em delito flagrante, da sua falsa devoção e desmascarado nos seus inexistentes sentimentos, amigos seguidores do nosso trabalho, dá pena, muita pena ver como os hipócritas se encolhem, rasteja e fica tão parecido com um animal peçonhento, corpo todo colado ao chão, enlameado com sua própria sujeira, que me desculpe os animais, acredito que os hipócritas são piores.
A falsidade é uma praga em alta numa sociedade que parece estar organizada para transformar e deformar caráter, muito mais do que o enaltecer. Aqui em Ipu, vale tudo realmente, para sermos vistos como aquilo que não somos! Será? Perguntar não ofende....Vale o preço da desonra quando somos descobertos e desnudados em nossos sentimentos hipócritas e mentirosos? Vale a mentira e a simulação de quem e como diriam nossos avós, comem sardinha e arrotam bacalhau? Estes tipos estão aí, querendo em 2016 entrar a todo custo a para o Legislativo e se esconder atrás do protecionismo da política, cabe a nós, legítimos ipuenses, lutarmos contra esses tipos de hipócritas, legítimos peçonhentos da mentira, disfarçados de cordeirinhos.
Temos que lutar, uma luta sadia para procurarmos diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, e tentarmos sempre, chegarmos ao ideal de que a nossa fala seja exatamente, a prática das nossas atitudes do dia-a-dia.
É possível sim, identificarmos se alguém mudou realmente ou apenas se revelou em sua mais pura e essencial personalidade que nunca deixou de ser, a maneira de fazermos isto e convivermos. Santo remédio a convivência que desmascara a hipocrisia, numa determinada hora e local indeterminado, mas que acaba sempre acontecendo. O hipócrita vive sempre duvidando que em meio a uma tempestade possa um raio cair exatamente sobre a sua cabeça. Isto pode ser muito difícil, mas descobrimos que aquilo que ele fala e o que não faz, com certeza é um risco certo que todo mau caráter corre.
Ficaram também muito mais pegajosas, escorregadias, incertas, dissimuladas e imprevisíveis a maioria das novas e recentes histórias de amor, pois, infelizmente, não se faz mais Romeus e Julietas como antigamente e algumas famílias não tratam mais de defenderem a honra. Porém os riscos de uma conduta hipócrita são evidentes. Afinal se é verdade que nos tornamos responsáveis por aquilo que cativamos, como dizia Exupéry, não menos verdade será alertarmos que muitos não merecerão nenhuma clemência ao terem enganado àqueles bons propósitos. Dá muito mais trabalho não ser o que realmente somos, do que nos colocarmos, peito aberto em qualquer situação, sem máscaras, engodos, disfarces e preocupados exclusivamente, em sermos verdadeiros e acima de tudo, com nós mesmos. Reflitam!!!! 
Afrânio Soares (Um legítimo ipuense, filho de Sebastião Soares de Paiva e Maria Alda Soares).

*** Alguns textos de Exupéry

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