sábado, 31 de janeiro de 2015

Estão Vendendo Nossa Água? A Verdade Sobre a Seca em São Paulo!

Sobre a crise da água em São Paulo, nem todos estão cientes que a Coca Cola e outras empresas tem contratos sigilosos de fornecimento de água, e que estas empresas estão ainda sendo acusadas de apropriação indevida de água bruta (antes do tratamento). Estão vendendo a nossa água? Estão deixando o povo passar necessidade enquanto a Coca-Cola pode continuar o uso desenfreado de água para fazer seus refrigerantes venenosos? Vi dois artigos falando sobre as grandes industrias de bebida do mundo. A primeira falando da Coca-Cola e a segunda da Nestlé.

A Coca já secou mananciais por onde passou, segundo aponta a fonte. É até plausível que uma empresa do tamanho dessa que utiliza a água como a sua maior fonte de matéria prima precise de grandes quantidades de água potável para a produção.
Segue o artigo: "A Coca-Cola é assim" - “Obrigado por compartilhar a felicidade”, diz-se no último anúncio da Coca-Cola (em espanhol), mas olhando de perto parece que a Coca-Cola de felicidade compartilha bem pouco. Se pensam que não, perguntem aos trabalhadores das fábricas que a multinacional pretende fechar agora no Estado Espanhol ou aos sindicalistas perseguidos, e alguns, até sequestrados e torturados na Colômbia, na Turquia, no Paquistão, na Rússia, na Nicarágua ou às comunidades da Índia que ficaram sem água após a saída da companhia. Isso para não falar da péssima qualidade dos seus ingredientes e do impacto na nossa saúde.


Em cada segundo consomem-se 18,5 mil latas ou garrafas de Coca-Cola em todo o mundo, segundo os dados da própria empresa. O império Coca-Cola vende as suas 500 marcas em mais de 200 países. Quem garantiria isso a John S. Pemberton, quando em 1886, elaborou tão exitosa poção numa pequena farmácia de Atlanta. Hoje, pelo contrário, a multinacional já não vende apenas uma só bebida mas muito mais. Através de campanhas multimilionárias de marketing, a Coca-Cola vende-nos algo tão desejado como “a felicidade”, “a faísca da vida” ou “um sorriso”. Todavia, nem o seu Instituto de la Felicidad [ou a Fábrica da Felicidade, em português] é capaz de esconder toda a dor que a empresa provoca. O seu currículo de abusos sociais e laborais corre, tal como os seus refrigerantes, todo o planeta.
Agora, chegou a vez do Estado Espanhol. A Companhia acaba de anunciar uma reorganização que implica o encerramento de quatro das suas onze fábricas, o despedimento de 1.250 trabalhadores e a recolocação de outros 500. Uma medida que, segundo a multinacional, é tomada “por causas organizativas e produtivas”. Pelo contrário, um comunicado da central sindical CCOO desmente esta informação e assinala que a empresa tem enormes lucros de cerca de 900 milhões de euros e um faturamento de mais de 3 bilhões de euros.
Em guerra contra a Nestlé - Em Minas Gerais, moradores e o Ministério Público também brigam com outra multinacional devido a apropriação das águas da região. Nesse caso, a meu ver, não afeta diretamente o sistema da cantareira, mas reforça a a metodologia empregada por essas empresas para com os nossos recursos hídricos. Se apropriam de algo natural e ganham rios de dinheiro.


*** Matéria completa na Folha de São Paulo via Anti Nova Ordem Mundial.

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