sábado, 25 de outubro de 2014

Direita x Esquerda

Muitas vezes, ou, na maioria das vezes, as discussões políticas tornam-se  calorosas e infindas. Melhor posicionar-se em silêncio para não se indispor com amigos, parentes, etc.
Mas, permitam-me, hoje, pois é muito oportuno, posicionar-me sobre um tema atual, envolvente e que está nas prateleiras políticas. As eleições.
É muito comum ouvirmos de fulano ou sicrano afirmar que este ou aquele partido é da direita ou esquerda. Por acaso é vergonhoso afirmar que sou situação ou oposição?
O que normalmente acontece é que os direitistas tacham os esquerdistas de comunistas, como se um bicho fosse, e estes achacam aqueles de neófitos, ultrapassados, capitalistas, etc. Bobagem de ambos os lados.
O que ocorre com a maioria dos esquerdistas é que não sabem conviver no centro, ou seja, no governo. Sentem-se mais confortáveis nos palanques oposicionistas. Sempre. Querem um exemplo?  Tenho a certeza absoluta que os esquerdistas sessentões de hoje empinaram bandeira, bateram palmas, ovacionaram os nomes de dezenas de brasileiros que lutaram contra a ditadura militar, foram presos, exilados e com muito suor e brasilidade conseguiram nos livrar de uma ditadura que não nos deixa a menor saudade e impuseram um regime livre e democrático. Refiro-me ao saudoso Mário Covas, Fernando Henrique, José Serra, Pedro Simon, Sobral Pinto, Paulo Brossard e dezenas de outros grandes brasileiros.
Não vamos, aqui, discorrer sobre a essência do comunismo, pois no seu bojo até que é interessante, pois promove uma sociedade igualitária e sem classes sociais.  No entanto, nos países que instalaram essa doutrina ocorreu  uma brutal ditadura na política, na economia (estatizada) e o pior, no direito de ir vir do cidadão.  Resultado: Foi rejeitado pela sociedade. Atualmente dois países nanicos preservam a muito custo essa doutrina. Refiro-me à Coreia do Norte e Cuba.
Infelizmente, governantes de alguns países vizinhos, em busca de se perpetuarem no governo estão revendo essa cartilha e, a custa de uma progressiva repressão estão tentando impor o socialismo rotulando-o de  “Revolução Bolivariana” termo usado pelo falecido Hugo Chavez. É uma política assistencialista barata e populista. O resultado veremos num futuro próximo. Ditadura.
Gosto da política de inclusão social do governo do PT, muito embora veja, também, por trás dos panos, o emprego do populismo e do assistencialismo barato. Detesto, entretanto, a sua política externa. Esse namorico perigoso com Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina.
Seria tomar muito tempo falar, agora, sobre os regimes, cuja política e economia são livres.  Excluindo a ganância capitalista desenfreada que ocorre na maioria desses países, esse regime é infinitamente superior àquele, em face de termos liberdade de escolher os nossos governantes, termos uma saudável  democracia, um comércio livre e o nosso direito cidadão.
Regido por esse regime sito a Nova Zelândia, Noruega, Suécia, Dinamarca, Austrália e outros mais que possuem um IDH e renda per capita altíssimos, segurança sob controle, educação, saúde e  transporte para todos e, fundamentalmente, a nossa liberdade cidadã.
As eleições estão aí. Reflitam.
Abilio, 24 out 2014.
“A mentira contada reiteradas vezes, torna-se, para o mentiroso, verdade”.

Colune Interativa Opinião

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