quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Do "Tindolelê ao Xique xique Balancê; Batendo Palmas e Pedindo Bis" assim vive a política de Ipu?

O "Grupo Político TJM" é o novo grupo liderado pelo prefeito de Ipu que vem se desenhando da marca da "velha política" até o sistema da conveniência ao irracional do dinamismo da política atual; mais afinal o que é tudo isso? 

Vejamos: ao adentrar hoje no sistema administrativo do "TJM" do novo Grupo do Prefeito, é vermos nas secretarias novos "vultos" que no passado bem recente, campanha de 2016, atiravam pedras contra o prefeito e principalmente, sua família, com palavras fortes que ficaram marcadas como: "cangaceiros", "chicoteiros", "Arruaceiros", até a triste comparação do "Arroz 101" para as pesquisas de intenção de votos tão lúcidas divulgadas pelo prefeito Sérgio Rufino e o seu "velho Grupo Liberdade", confirmadas nas urnas. Fica a pergunta: Será se esses "vultos" foram esquecidos pelos "Bandeiristas partidários" do velho Grupo Liberdade? Afinal, Perguntar não ofende.

Vivemos momentos sublimes do progresso na administração pública de Ipu, alavancadas pelo empenho do Prefeito Sérgio Rufino, mais será se seu antigo grupo político não vive amargurado com a convivência política dos "apadrinhados" que em outrora faziam "oposição" e hoje estão no bater das palmas, do tindolelê ao xique xique balancê, batendo palmas e pedindo bis nas benesses do poder, tão bem cantada pela apresentadora Xuxa? 

De certo, Os "partidários" da política interiorana ipuense vivem um "pesadelo de incertezas", por um lado; os traumatizados e decepcionados da "situação" que não encontram uma "luz no final do túnel" para migrarem, e por outro uma oposição "entrincheirada" numa crise de "intrigas e brigas internas", talvez, pela falta de um nome que possa "agregar conflitos", e assim, combater politicamente o novo Grupo TJM do prefeito. Nessa peça do "Xadrez político" está o povo vendo tudo acontecer para um 2020 cheio de incertezas e surpresas. Será?

Deixo bem claro, que a minha intenção nesse pensamento, não é atingir nenhum grupo político, e sim, olhar para política, analisando a sua história, e mesclando o que podemos dela trazer para o nosso presente. Como tão bem diz a melodia do cantor Zé Ramalho: "Tô vendo tudo, tô vendo tudo... Mas fico calado... Faz de conta que sou mudo." 

Até a próxima!

Afrânio Soares da redação do Aconteceu Ipu.
P.S. - TJM - TAMOS JUNTOS E MISTURADOS


sábado, 7 de setembro de 2019

O "Dia da Independência do Brasil", nós ipuenses temos realmente motivos para comemorar??



Neste sábado, 07 de setembro de 2019 abrimos espaço para externar a importância deste dia para a nossa História, uma memória que consolidou o dia em Dom Pedro I deu o "suposto" grito da nossa independência, dão marcada nas páginas líricas dos livros, como o "Grito do Ipiranga", embora tão contestado por muitos historiadores.

Um dia em que nós ipuenses, fomos educados por nossos tutores e mestres da história como "independentes da colonização portuguesa"; mas será que realmente temos tanto para dizer que somos independentes..???

Vivemos um momento de soberba reflexão para os novos "colonizadores sociais", que ao longo dos anos, trouxeram a corrupção, talvez a mais avassaladora dos últimos anos, e com ela, o massacre a nossa educação, gerando a violência sem limites contra as mulheres crianças e os cidadãos em um todo. Não seria decente perguntar se realmente somos independentes..??? Num País em pleno século 21, onde a desigualdade social "bate" na fronteiro maior do preconceito, da "homofobia" nunca tão badalada nas redes sociais; temos motivos para comemorar..?? Num Brasil de governantes "excessivos", com cargas de impostos que massacram a tão frágil economia brasileira, de desempregados que a cada dia suplicam nas filas das empresas...!!! Vivemos na independência da colonização portuguesa, mas nos tornamos "dependentes" da classe política brasileira, de gestores e parlamentares que "sugam" o nosso bem-estar, o nosso social como tão bem diz a palavra..."vergonha"

A nossa luta continua, embora, em boa parte, somos merecedores dos políticos que colocamos lá pelo nosso estímulo do voto, a sua excelência "urna eletrônica", a informatização e monetização do voto.

O dia 7 de setembro, é um dia comum para a grande massa brasileira, sendo a "educação" o grande "pilar" para realmente dizermos que "Somos independentes".

Afrânio Soares 
(Da redação do Aconteceu Ipu).
Coluna Opinião Interativa do Aconteceu Ipu - Abaixo realizamos um vídeo ao vivo da belíssima apresentação da Banda de Música da Escola Estadual Delmiro Gouveia. De parabéns todo o grupo de gestores desta escola.


sábado, 10 de agosto de 2019

Estação Ferroviária de Ipu, contos do Professor Francisco de Assis Melo

Foi por sua Majestade, Dom Pedro II, Imperador do Brasil, assinado o Decreto de 1° de junho de 1878, mandando construir, de Camocim a Sobral, a Estrada de Ferro.
Foram fortes os debates no Senado defendidos pelo Senador da República João Ernesto Viriato de Medeiros para que a estrada fosse feita por Sobral e não pela Cordilheira da Ibiapaba.

Em 14 de setembro de 1878 foram iniciados em Camocim os trabalhos de construção da Via Férrea com o assentamento dos primeiros trilhos em 26 de agosto de 1879.
Em 15 de janeiro de 1881, foi inaugurado os Prédios das Estações de Camocim e Granja. Outras estações de acordo com a evolução dos trabalhos foram sendo construídas.
A Estação de Sobral teve sua inauguração no dia 31 de dezembro de 1882.
Em 1° de agosto de 1883, começaram em Sobral os trabalhos de exploração dos terrenos para o prolongamento da Estrada de Ferro Sobral a Ipu.
Depois de inauguradas as estações de:
Cariré, em 1° de novembro de 1893;
Santa Cruz, hoje Reriutaba, em 1° de dezembro de 1893.
Ipu teve a sua inauguração em 10 de outubro de 1894.
O construtor e o Engenheiro que chefiou os trabalhos foi o Dr. Antônio Sampaio Pires Ferreira.
Tivemos, portanto inaugurada a Estação Ferroviária de Ipu aos 10 dias do mês de outubro de 1894, sendo o promotor dos festejos o Vigário Pe. Francisco Máximo Feitosa, que junto ao Engenheiro Chefe, promoveram e com muito brilhantismo a inauguração do Majestoso Templo modelado nos princípios arquitetônicos Europeus. Imponente a “Nossa Estação do Trem”, a única da Linha Norte que tem cobertura de um lado para o outro. As suas dependências são belíssimas.
A primeira locomotiva que rodou sobre os trilhos da terra ipuense, foi a n° 04-placa, Viriato de Medeiros em fase experimental, e a que puxou o trem inaugural foi a de n° 07 placa Rocha Dias conduzindo 13 vagões.
Ao completar 50 anos de inaugurada em 1944 foi colocado na sua sala principal uma Caixa de Metal contendo vários objetos em uso na época. Foram colocados: Selos, Moedas, Cédulas, Notas Promissoras, Canetas, Tinteiros, Bilhetes referentes às Passagens e uma Ata contendo assinaturas de várias pessoas da cidade como: Francisco das Chagas Paz, Djacir Torquato, Valdemar Ferreira de Carvalho, João Mozart da Silva, João Anastácio Martins, Murilo Mota Dias, Mauro Mota Dias, Antônio Teodoro, Gerardo Aires, do Vigário Mons. Gonçalo de Oliveira Lima, Dr. Francisco das Chagas Pinto, Manoel do Céu, Cel. João Bessa, Osvaldo Araújo, Dr. Francisco Araújo, Edgard Corrêa de Castro e Sá, Joaquim de Oliveira Lima, Abdoral Timbó, Joaquim Soares de Paiva, Sebastião Soares de Paiva, Luiz Soares de Paiva, Frasquinho Soares e muitos outros.
As ruas que cortam a antiga Rede Viação Cearense, R.V.C., depois rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima, RFFSA, hoje CFN, pertencente a um grupo de empresários do Recife, são as Ruas: Rua Pe. Corrêa, Rua Major Antônio do Vale.

Obs.: O Prédio da Estação Ferroviária de Ipu, foi tombado  no mês de dezembro de 2009 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Funciona no referido Prédio um Centro

domingo, 24 de março de 2019

Ipu, nas palácias do poder, quem será o próximo?

Na política dinâmica ipuense já é possível vermos os "Cururus", como tão bem diz na gíria política, desfilando nas "palácias" suntuosas do poder. 
Como na lendária História romana do poder; alguns textos já esnobava em suas linhas os conquistadores do "Império Romano", que ao voltarem de batalhas exitosas de suas conquistas de novos territórios, eram equacionados e recepcionados com o título de bravura em desfiles pela capital do império; ao lado destes vultuosos guerreiros, seguia um sacerdote para lhes dizer ao seu ouvido, que a cada 100 metros; "tu és mortal"; neste objetivo, era mostrar ao povo romano, que naquele momento de glória suprema do conquistador, todos soubessem que ninguém estava acima de tudo. 
Nesta vertente de ser verdade ou não, essa "metáfora" mostra a importância que sempre teve a limitação do poder. 
O poder está presente em todas as relações humanas, desde o núcleo mais elementar de sociabilidade, que é o lar, até a vivência na polis. A criação de pesos e contrapesos para que ele não se torne absoluto não está presente apenas na teologia ou na história antiga. 
Desde o século 17, esse princípio ganhou forma melhor delineada em instituições públicas. São nossas construções sociais como o Parlamento, o Judiciário e Executivo, que servem de contraponto para que não haja a sobreposição de uma vontade à outra. É como se as instituições fossem aquele sacerdote falando no ouvido da outra: “tu és mortal”. Quem será o próximo?
** Roteiro final retirado da História Romana do Poder.
** Foto de capa (Ipu Notícias)

Tecnologia do Blogger.