terça-feira, 10 de julho de 2018

O Prefeito de Ipu ganha novas adesões políticas na dinâmica da conjugação do verbo "Rufinar".

Nesta semana recebemos a informação que o Grupo Liberdade, à frente o prefeito Sérgio Rufino (PCdoB) recebeu novas adesões políticas, no momento em que o país passa pelo "crivo" da opinião pública sobre os políticos e sua dinâmica rumo as eleições de 2018.
Em Ipu, o ipuense, conhecido Sr. Chico Dias já está conjugando o verbo "Rufinar", o radialista Gilson Paiva, âncora do Programa Show da Tarde, tradicional Rádio Iracema de Ipu fez a entrevista com o mesmo, e segundo ele, irá trabalhar a partir de agora dando apoio político ao Prefeito e o atual presidente do Legislativo de Ipu, vereador Zeca Rufino, irmão do prefeito Sérgio Rufino. "Dias" disse ainda que "o prefeito Sérgio Rufino é um grande administrador". (áudio abaixo).

Os novos fatos políticos de Ipu, transcende a fraca oposição que se apresenta sem uma liderança política que possa alavancar esse Grupo contra o prefeito Sérgio Rufino, reeleito historicamente em 2016.
Em breve estaremos divulgando aqui outras novas adesões ao Prefeito. Aguardem!!!
.:) Afrânio Soares, da redação do Aconteceu Ipu - Coluna Opinião Interativa.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O Carnaval do Ipu precisa do Paredão Posto Pessoa?

Já está passando da hora das autoridades  discutirem o IpuFolia com as classes representativas, na sua grande maioria,  jovens foliões e empresários que investem no carnaval com seus patrocínios, e que hoje fazem o carnaval da terra de Iracema.
Apesar do ano de 2018, ser mais um ano seguido de corte de gastos, a gestão poderia ter economizado mais ainda, e não ter contratado desnecessariamente o "Paredão Posto Pessoa", nada contra a empresa "Posto Pessoa", mais quem acompanhou ou está acompanhando,  o IpuFolia 2018, presenciou vários possantes "Paredões de Som", bem mais organizados
No nosso entendimento este dinheiro gasto com o Paredão Posto Pessoa que poderia ficar economicamente no município de Ipu, poderia servir para valorizar pequenas bandas locais, e fazer um carnaval centralizado também na área nobre do Centro Comercial de Ipu, coração do nosso comércio local, que durante a noite fica deserto, sem qualquer incentivo para os foliões.
Vamos deixar o "partidarismo excêntrico" e repensar essa terra com mais amor, valorizando a nossa cultura como deveria.
Não tenham isso como uma crítica, nosso pensamento como carnavalesco, amante do carnaval, e membro da imprensa de Ipu,  é voltar a ver o carnaval de Ipu em destaque em todas as regiões do Estado. O pensamento do carnaval não pode ser entregue somente para meia dúzia de pessoas, é preciso ser discutido em um amplo debate com a sociedade. Exemplo; o tradicional Bloco da Mala está se afogando, precisamos reaver o Bloco da Mala com incentivo;  exemplo: um corpo de jurado na Praça de Iracema, para o prêmio da "Mala mais Bonita", A "Mala mais criativa", e a "Maior Mala", este prêmio poderia se entregue por um grande empresário e patrocinador do Carnaval... etc.
Precisamos discutir o carnaval da segunda-feira, é um dia morto, não existe uma programação voltada para os foliões e turistas ficarem no Ipu, precisamos repensar isso. Precisamos discutir a Programação do IpuFolia com atrações locais e de fora, tem que haver o intercâmbio cultural a nível de Estado e Local.
Um outro exemplo, e este vai para o comércio local, aquele dono de Bar e Restaurante que investiu contratando pequenas  bandas, teve movimento em seus estabelecimentos, um exemplo a ser seguido para outros comerciantes.
Radialista e blogueiro, Afrânio Soares
 (Redação do Portal de Notícias Aconteceu Ipu)
.:) Coluna Opinião Interativa
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Heresia e Burrice, por Jota Lopes

O meu conceito de vida e morte, segundo os padrões religiosos, cristãos, racionais e normais são muito diferentes. Esse é um dos motivos de me chamarem de ateu, coisa que não fico zangado e até gosto pois se ser ateu é ver as coisas diferentes, adoro tudo isto. Como todo bom cearense, fui nascido e criado dentro da curatela cristã, católica apostólica romana, mas isso não me envolveu ao ponto de um dia não resolver romper esses tentáculos incomodáveis que agregam a vida das pessoas; me soltei de tudo e formei meu próprio conceito de acreditar nas coisas, de ver o mundo, de observar o próximo e acima de tudo, um conceito diferente de Deus, de céu e de inferno e por que não(?) do diabo. Até aos 21 ou 22 anos de idade cumpri na íntegra tudo que mamãe me orientou em termos de religião: fazia as 9 sextas-feiras, ia à missa aos domingos e dias santos, rezava habitualmente e praticava tudo que um bom católico é assíduo em fazer. 
Desde cedo, já desconfiava que muitos conceitos não se encaixavam nas minhas prioridades e com o passar do tempo, com leituras e muita coragem, vi que religião nenhuma me agradava e que era perfeitamente possível viver sem elas. Hoje, que tenho um filhinho de quase 6 anos, não é isso que vou ministrar para ele, deixo-o à vontade para escolher o que bem quiser mas no tempo certo, vou dizer para ele mais ou menos o que penso mas sem querer obrigá-lo a coisa alguma. 
Simplesmente não quero que ele seja um burro teleguiado, acreditando em isto ou aquilo, só porque dizem que é ou não é; forçar mesmo, NUNCA! Deixo a ele a sua decisão de crer ou não crer mas as diretrizes lhe serão passadas e uma delas é: não precisamos de religião alguma para vivermos. A melhor religião do mundo e única que talvez tenha um só adepto que sou eu, é: a caridade, o respeito ao ser humano como irmão, o respeito irrestrito à natureza, desejar ao outro o mesmo que para nós, ser duro com quem erra, nunca deixar crime impune, jamais fazer mal a animal ou ser vivo, mesmo que seja inferior, se informar de tudo e por em prática somente aquilo que convém e deixar tradicionalismo pra lá, mesmo que venha de encontro aos princípios básicos de religiosidade. Religião e nada é a mesma coisa: não serve pra nada, não presta para coisa alguma e emburrece as pessoas(nem sempre), quando não as fanatiza. 
Quem tem religião, que tenha, não vou questionar a escolha de outrem, assim como não admito que me questionem o porquê não tenho nenhuma. Conceitos de Deus, de anjos e santos, me são próprios, bem como de vida e morte, tudo foram por mim feitos e não abro mão . Realmente me sinto alegre quando a ciência descobre que algo que a fé defende ou tem respaldo dentro de seus conceitos quânticos ou coisas assim. 
Este é o meu jeitão e se sou assim, morrerei assim, fazendo aquilo que chamam de oração mas do meu jeito, ao meu modo e nunca procurando imitar A ou B. Encerro dizendo que se alguém, algum religioso(de qualquer credo) pensa que vai me conseguir dobrar, tire seu cavalinho da chuva que não preciso mesmo de religião nenhuma, embora as respeite mas que não fazem parte de minha escolha. Cuidem de suas vidas e me deixem em paz, por favor, NÃO ME INCOMODEM!
Por Jota Lopes

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O problema do Brasil são os brasileiros? De Ipu para o mundo; com a Historiadora Isabelle Soares

Hoje, 15/11, comemoramos a Proclamação da nossa Republica. Em meio a tantos escândalos políticos, crise e desesperança em um futuro promissor no nosso país, não nos restam dúvidas que essa data acaba não sendo bem vista e encarada como um feriado qualquer.
De uns dias para cá, eu tenho andado refletindo bastante a respeito de como chegamos até aqui. Tanto reclamamos dos roubos, dos problemas administrativos e daqueles que não sabem nos representar, mas será que o problema também não está em nós? Será que é o Brasileiro que não sabe votar?
Em parte sim, já que muitas vezes no nosso dia a dia compactuamos com os mesmo atos corruptos que vemos na TV, mas tudo mascarado no famoso "jeitinho brasileiro". Em época de eleição, elegemos aquele que "paga mais", ou aquele "que rouba mais faz" e tudo isso se transforma numa grande bola de neve.
Porém, acredito, que tudo isso se deve a nossa falta de experiência com a democracia. Se formos analisarmos a nossa História política, o Brasil cresceu em cima de golpes. Teve o golpe da Independência, onde Dom Pedro torna-se imperador do novo país independente. Sendo que o próprio povo não tinha ainda noção do que era ser brasileiro.  Depois, teve o "golpe da maioridade" onde é posto um adolescente de sangue real para governar. Esse menino era Dom Pedro II que reinou por quase 50 anos até ser deposto em um outro golpe, o da República. Então aqui você pensa que o povo finalmente teve o poder de escolher seus representantes? infelizmente não, já que quem escolhia os governantes nessa primeira fase eram os ricos fazendeiros que dominavam os seus subordinados e os obrigavam a votar naqueles que os favoreciam, era o famoso "voto do cabresto".
Depois os golpes acabaram? Não. Veio Getúlio Vargas com a Revolução de trinta e perpetuo-se no poder sem o voto popular por 15 anos até ser deposto por um outro golpe apoiado pelos mesmos que o colocaram no poder. Então, havemos finalmente democracia? Sim, tivemos, por curto período de tempo podemos escolher quem seriam os nossos presidentes, isso até o golpe da Ditadura Militar de 1964. Onde os militares tomaram o poder apoiado pelos americanos com a desculpa que precisariam proteger o Brasil do velho "Fantasma do Porão", o famoso comunismo. Essa proteção tornou-se em 21 anos de pura carnificina, opressão e dor.
Portanto, caros leitores, o que quero dizer é que tivemos pouquíssimos momentos na nossa História em que realmente podemos ter a chance de escolha. Ao longo de todo esse tempo o povo não teve muita participação nas escolhas políticas. Assistíamos "bestializados" tudo o que acontecia. E nós, ainda não sabemos o que fazer com essa liberdade de escolha. Muitos ainda não sabem o que é Democracia. Como dizia Renato Russo: "Somos tão Jovens".
Muitos erros cometemos. Provavelmente muitos erros ainda virão por que ainda temos muito que aprender. Mas o que podemos fazer é não cair nos mesmos vícios, aprender com o que a História vem nos ensinando. Pensar sempre para frente e não cometer os mesmos erros do passado.
Por Isabelle Soares
Historiadora formada na UVA e Repórter Especial do Aconteceu Ipu. 
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